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Projeto recebe roupas de descarte




O que fazer quando uma roupa chega ao final de sua vida útil? 
Não tem jeito. Em algum momento da vida você vai precisar de desfazer de uma roupa que não tem mais utilidade. Se vc já definiu que não tem mais como consertar a peça, fazer uma doação ou vendê-la, segue comigo nesse post que tem solução!

O QUE DIZ A LEI?


A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) - instituída pela Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010 - diz que os consumidores são os grandes responsáveis por descartar, de forma consciente e sustentável, roupas, sapatos ou qualquer que seja a peça adquirida.


E NA PRÁTICA?


Estima-se que são geradas, no Brasil, 170 mil toneladas de resíduos têxteis por ano — e 80% deste volume vai parar onde? Em aterros!


COMO ASSUMIR A RESPONSABILIDADE?


Primeiro, somos eternamente responsáveis por aquilo que compramos. Logo, não devemos comprar coisas desnecessárias. Se compramos apenas o suficiente, a produção vai continuar, as pessoas não perderão seus empregos, mas a indústria vai desacelerar.

Mesmo quem só visa o lucro sairia ganhando. Tá, mas não vivemos nesse mundo ainda e as pessoas precisam descartar suas roupas velhas. Vou partir do princípio que as roupas não podem mesmo ser aproveitadas - nem pra doação, venda, pano de chão -, ok? 




WTF IS LOGÍSITCA REVERSA?


Aqui está uma maneira incrível de descartar roupas! Lembra que eu falei da nossa responsabilidade enquanto consumidores?

Mas a PNRS também responsabiliza as empresas pelo pós-consumo de seus produtos, sejam fabricantes ou lojas. É a chamada “logística reversa”. Eles precisam ter políticas para dar destinos às peças imprestáveis.

Eles precisam ter políticas para dar destinos às peças imprestáveis.


E COMO FUNCIONA?


Algumas empresas ligadas do segmento têxtil têm programas de coleta de peças para reciclagem. Uma delas é a @cea_brasil, com o projeto Movimento Reciclo. Nele, a gente leva nossas roupas (compradas lá ou não) até uma das 31 lojas (em 18 cidades) e as deposita em caixas de coleta.

Daí é feita uma triagem pra ver se as peças ainda podem ser aproveitadas. Se sim, vão para o Centro Social Carisma, em Osasco (SP), e as que precisam ser recicladas são encaminhadas para o projeto Retalhar.


ALGUMAS CONSIDERÇÕES


Como eu falei lá comecinho, a melhor alternativa é mesmo a consciência. Precisamos entender que não dá mais pra sair comprando porque sim. Através da consciência podemos perceber que com atitudes simples podemos impactar toda uma estrutura projetada para incentivar o consumo exagerado.

Sejamos a revolução que o mundo precisa e tenhamos apenas o necessário, nem mais nem menos, só o necessário. A natureza vai nos devolver as melhores coisas, pode apostar!

3 passos para fazer compras conscientes já!


Comprar não pode ser apenas escolher e pagar. É preciso consciência, atenção e cuidados. Separei 3 passos importantes para essa jornada!       

Fazer compras conscientes significa sentir-se bem com o que está adquirindo, antes, durante e depois dessas compras. Tem a ver com escolhas minuciosamente pensadas.

E como isso é um exercício constante, separei algumas perguntas que, se respondidas sinceramente, vão determinar quando e como comprar!


1. Questões práticas - preciso mesmo dessa peça? Faz sentido comprar ou estou apenas atendo ao apelo de uma propaganda que diz que é uma oportunidade única, por exemplo?

2. Questões financeiras - posso comprar esse item, é uma decisão financeiramente confortável o estou deixando priorizar algo importante para comprar o que não preciso?

3. Questões emocionais - me sentirei bem com essa decisão e não apenas agora no processo de compra? Como tenho me sentido ultimamente como as coisas aquisições que faço?


Depois desse parágrafo muito provavelmente você verá uma publicidade, pois essa é uma parte do meu trabalho aqui na internet. Mas, essa é a chave da questão, ser consciente não é fugir de propagandas ou de compras, mas saber que é você quem está no controle.








1. Comprar na prática.


Gostar de fazer compras não significa ser uma pessoa inconsciente. Você pode muito bem amar comprinhas e saber quando e como fazê-las.

A primeira coisa a se ter em mente é: toda compra causa impacto. Ativar a consciência não significa acabar com esse impacto e sim reduzi-lo ao máximo possível.

Para isso, necessidade, qualidade e durabilidade da roupa são os pontos importantes a serem analisados

  • Eu preciso mesmo dessa roupa?
  • Ela vai me servir em muitos momentos e por bastante tempo?
  • Se só vou usar essa roupa em uma única ocasião, não seria melhor alugar?

Percebeu que a prática envolve perguntas simples, mas que são muito eficazes? E a prática você já sabe, leva à perfeição!


2. Analisando as finanças.


Valorize o seu trabalho! E mesmo que não seja você a trabalhar, alguém precisou fazer isso para gerar essa grana que tá com você. Fora que qualquer desperdício é um absurdo, inclusive de dinheiro!

E se você compra coisa desnecessárias é exatamente isso que está fazendo, perdendo dinheiro, deixando de comprar coisas que realmente importam ou de investir em você. diga sempre para si mesma:


"Trabalhei duro e não vou gastar com coisas sem importância!"



3. Lidando com sentimentos.


Se você está comprando conscientemente, essas compras ocupam o lugar certo da sua vida. Tudo é planejado e não é preciso lidar com os arrependimentos e frustrações que os gastos desnecessários trazem.

Sim, não é incomum pessoas que vagueiam apáticas de página em página - ou de sessão em sessão das lojas físicas - sem pensar claramente no que estão procurando.

Sabemos que comprar algo novo é recompensador e que as sensações imediatas que isso provoca no nosso cérebro são incontestáveis. E é por essa razão que tanta gente tentar aplacar sentimentos ruins comprando.

Há quem diga que não existe sentimentos ruins ou bons, mas apenas sentimentos. Só que bom e ruim são termos que a gente usa pra dar qualidade a algo. E tem coisas que achamos ruim, sim.

Mas, é preciso não evitá-lo pois eles são fundamentais para a nossa existência. Já parou para imaginar uma vida sem nenhum problema, sem nada que você precisasse sair do seu lugar de conforto? Pode até parecer algo bom, mas acredite em mim, não é.

Então, se permita ficar triste ou decepcionada, deixe que esses sentimentos te mostrem como é bom estar alegre e de como você - e apenas você - pode mudar esse estado, sem interferência de nada ou de ninguém.


Em linhas gerais...


Compras conscientes acontecem quando não nos sentimos culpadas, envergonhadas, gananciosas ou arrependidas. Ao contrário, ficamos tranquilas, pois sabemos que compramos apenas o necessário, tendo certeza que estamos colaborando para diminuir o nosso impacto no mundo.

Se você ainda não consegue se sentir assim, não se preocupe. Cada dia aprendemos um pouco e comprar de forma "limpa" vai ficando cada vez mais natural e genuíno. 

Faça o exercício e responder essas perguntas e em pouco tempo você ficará feliz em compartilhar com os outros os itens que comprou, sem culpa, medo ou vergonha, pois será totalmente consciente das suas escolhas! 😊



5 estratégias para melhorar a sua relação com as compras



Com o isolamento o volume de compras aumentou. Saiba aqui como não cair nessa armadilha, mantendo um consumo consciente mesmo nas situações difíceis.   

Na semana passada, estava lendo uma matéria que mostrava que só nos EUA o consumo cresceu cerca de 30% nos meses de isolamento social pela COVID-19 e por aqui, a coisa não está muito diferente.

De acordo com Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), os brasileiros aumentaram suas compras online, passaram a usar mais os meios digitais de pagamentos e ainda de acordo com o estudo a tendência é esses hábitos de compra no pós-pandemia sejam mantidos

Isso é uma notícia muito ruim, não pelo ponto de vista da tecnologia e das facilidades que ela proporciona, mas pelo aumento das compras descontroladas que são tão prejudiciais tanto para as pessoas quanto para o meio ambiente.

E se tínhamos esperanças de que passado o isolamento social o consumo seria repensando e as pessoas criariam a consciência de que precisam comprar menos, não sabemos ao certo se será assim, já que mudar hábitos leva tempo.

Sabemos que é muito provável que as pessoas estejam comprando coisas para se sentirem melhor, o que conhecemos como terapia de varejo.

No post da semana passada, falei sobre a compulsão por compras, como ela se manifesta, além das sensações que uma compradora compulsiva experimenta. Se você não leu, corre lá que dá pra fazer um teste bem rapidinho e checar se é hora de pedir ajuda.

E como sabemos o quão difícil é abandonar hábitos nocivos para dar lugar a outros mais saudáveis, é muito importante prestar atenção ao que está acontecendo conosco, às nossas emoções e buscar formas de trabalhá-las adequadamente.

Assim, separei aqui 5 estratégias que você pode utilizar para combater o vício em compras:

1. Corte seus cartões de crédito. Se você tiver problemas com gastos compulsivos, destrua seus cartões de crédito agora, sem desculpas. 

Não anote os números da conta em algum lugar "apenas por precaução". Se os cartões de crédito alimentam seus gastos emocionais, você ficará melhor sem eles. (Você sempre pode obter novos cartões depois que adotar hábitos melhores.)

2. Tenha um controle financeiro. Acompanhar cada centavo que você gasta é importantíssimo para criar a consciência dos padrões de compra e assumir o controle deles.

3. Crie jogos internos. Para muita gente, o dinheiro não é uma questão problemática. Elas são capazes de fazer escolhas lógicas e não são tentados pelas compras. Se você não é assim, faça alguns truques consigo mesma.

Uma boa opção é a regra dos 30 dias. Funciona assim: quando vir algo que deseja, não compre imediatamente; anote em algum lugar e observe-o por 30 dias. Depois você avalia sinceramente se precisa mesmo daquilo.

4. Evite a tentação. A melhor maneira de evitar gastos é evitar ao máximo situações que te estimulem a comprar. Se sua fraqueza for livros, fique fora das livrarias, principalmente as online com retirada grátis. 

Se costuma gastar mais em grandes lojas de departamento, fique longe dos shoppings. Pare de ir aos lugares onde normalmente passa, principalmente se estiver sob estresse emocional.

5. Peça ajuda. Não há vergonha alguma em admitir que tem um problema e que precisa de ajuda. Converse com uma amiga próxima ou um membro mais próximo da família e peça apoio para interromper o ciclo de gastos compulsivos.

Caso nada disso funcione, considere procurar ajuda profissional imediatamente. Mas, lembre-se: você precisa estar aberta à escutar e se comprometer a mudar e reaprender.

Bônus: há uma outra estratégia que considero muito eficaz para mim: quando me sentia tentada a comprar algo, forçava-me a parar por um momento e me fazer algumas perguntas sérias. Eu posso? Eu preciso? É útil realmente? 

Antes de finalizar esse texto, preciso dizer que tenho duas notícias pra você. A boa é que você pode superar isso, sim. Você pode se libertar do consumo compulsivo. A má notícia é que dá trabalho.

E isso não vai acontecer da noite para o dia. Você cometerá erros e retrocederá. Quando o fizer, não desista. Não se machuque porque comprou uma bolsa nova ou um algum item inútil. Você é humana. Mantenha o foco em sua meta de longo prazo e resolva fazer melhor da próxima vez.

Estou sempre por aqui. 
Um beijo enorme!



Shopaholic? Faça o teste de descubra se você é viciada em compras!


Talvez você se pergunte se a forma como compra é saudável. Faça esse teste rápido e descubra que tipo de compradora você é!

Quando a compulsão por compras se apresenta de forma severa, ela se torna uma doença psicológica chamada oniomania. O transtorno, caracterizado pelo descontrole dos impulsos na hora de fazer compras, atinge cerca de 3% da população, mas tem tratamento.

Também conhecidas como shopaholics ou consumidoras compulsivas, as pessoas que precisam comprar cada vez mais, chegam a deixar de pagar contas essenciais para gastar com coisas supérfluas, apenas pelo prazer que a compra proporciona.

Recentemente, a Organização Mundial da Saúde divulgou em uma de suas pequisas que 8% da população do planeta sofre dessa condição. No entanto, são poucas as pessoas que admitem ter a compulsão ou serem viciadas em comprar.

Contudo, com um pouco mais de atenção podemos perceber os sinais de que algo não vai bem. Porém, vale o alerta que não basta apenas gostar de comprar para ser considerada uma pessoa com o transtorno, é preciso que o hábito de comprar interfira de forma importante em outros setores da vida.


O QUE É ONIOMANIA: Doença que se caracteriza pelo desejo anormal, compulsivo, 
intenso e permanente de fazer compras; oneomania.






Em outros aspectos, as compras compulsivas podem desencadear sérios problemas psicológicos, financeiros e familiares que incluem a depressão, dívidas enormes e graves problemas nas relações interpessoais.

Não se sabe ao certo se há uma causa central para que uma pessoa se torne uma compradora compulsiva, já que existem uma série de complicadores tanto psicológicos quanto externos. 

Um exemplo muito claro desses estímulos são as propagandas, as quais somos expostos diariamente, e suas pseudos facilidades como as de comprar com um clique.

Um ponto que precisa de atenção é que nem sempre quem vive o problema consegue identificar - ou admitir - que tem algo de errado.

Assim, criei esse teste rápido para que você possa identificar se a forma como está se relacionando com as compras é saudável ou se está na hora de pedir ajuda!



O tratamento para compras compulsivas geralmente é feito por profissionais, através de aconselhamento sobre compras, terapia e, em alguns casos, medicamentos.

O objetivo do tratamento não é fazer com que a pessoa pare de comprar totalmente,  mas que aprenda a fazer compras de forma saudável, trabalhando o controle dos impulsos e das situações de gatilho. 

Caso você observe alguns desses sinais em seu comportamento ou em alguém de seu convívio, procure ajuda. Uma boa alternativa é o site Devedores Anônimos.

Atenção: Não pague por qualquer serviço até ter certeza de que está contratando profissionais. Consulte sempre o conselho de cada atividade. Conselho Regional de Psicologia, por exemplo.




Consumo x Consumismo: Um guia completo para fazer compras conscientes



Nossa forma consumir — não só roupa como todas as coisas — mudou muito ao longo dos anos. Vem entender o pouco em que patamar estamos e o que precisamos mudar.

Uma série de hábitos ruins desconectaram nossas vontades das nossas necessidades. E pensar que a gente compra e como compra é o primeiro passo para mudar o rumo das coisas. 

Mesmo que ninguém tem todas as respostas — ou mesmo alguma resposta definitiva — precisamos tentar. Então, espero que essa conversa  nossa possa gerar algum debate e muitas reflexões! 🥰

Assim, separei um conjunto de ações aprendidas/exercitadas na minha jornada prática de uma consumidora compulsiva que adquiriu consciência do que precisa de fato. 

Primeiro, antes de você prosseguir nesse texto, preciso alertar que não são regras impostas. O ato de ser consciente requer um desejo real de mudar, de sair da zona, o que pode ser um processo difícil, doloroso, inclusive.

Pronta? Vamos lá! Não quero dar um e Nathalia Arcuri aqui (até porque não tenho a menor competência pra isso), mas preciso te dizer que roupa não é investimento. Comprar roupa é gasto! Sim, você vai precisar desembolsar seu rico dinheirinho.

Então, o sensato é usar muito a roupa que compramos, mas pra isso é preciso que ela tenha qualidade. Elas serão mais caras? Provavelmente, sim. Mas, imagine uma peça que dura sei lá, 20 anos? Eu tenho um tênis que tem mais que isso, olha ele aqui: adidas que comprei em 1998!

E pensar que uma parte das minhas leitoras nem tinha nascido... Vale a pena ou não vale, gastar um pouco mais e fazer essa peça render y render? 

Esse é o motivo pelo qual estou sempre defendendo as melhores escolhas, uma relação saudável com o dinheiro, com as coisas, com o tempo e com os nossos desejos autênticos.




Consumo x Consumismo 


A primeira coisa que precisamos ter e mente é que a consciência não está em num produto, loja ou marca. A consciência está no comportamento, nas nossas ações.

Vamos pegar um exemplo prático de uma pessoa que chamarei de 1 e a outra de 2. 

Pessoa 1:
Compra na C&A, escolhe bem suas peças e leva pra casa apenas aquilo que precisa, sabendo que a etiqueta vermelha não significa nada se é algo que não irá fazer diferença na sua vida.

Pessoa 2:
Compra em brechó, mas sempre um monte de coisas, muitas das quais nem consegue usar, mas estava em promoção e não podia perder "essa oportunidade".


Qual tipo de consumo é mais responsável, consciente, sustentável? Não precisa nem pensar muito pra responder, não é mesmo?

Assim, entendemos por consumo: "à prática econômica de adquirir bens e serviços. Quando se compra algum item, está se consumindo aquela unidade". Já, consumismo como o "ato, efeito, fato ou prática de consumir descontroladamente bens materiais e artigos supérfluos".

Percebem que eu não sou sou contra o consumo? Ao contrário, defendo, sim, que precisamos de coisas, precisamos comprar, só que não comprar loucamente e de maneira deliberada, quando se bem entende, só porque tem dinheiro.

Além do mais, quem compra roupa em excesso acaba não conseguindo usar tudo o que tem. Ou porque não dá pra enxergar todas as possibilidades em guarda-roupa lotado ou por não ter ocasiões suficientes durante a existência pra vestir tanta coisa.

Fora que é bom usar nosso tempo pra cuidar da gente, se conectar com outras pessoas, ao invés de cuidar de coisas acumuladas.


Como começar hoje a mudar seus hábitos de consumo


1. Faça uma lista.


A melhor forma de começar é conhecendo a si mesma. O que gosta? Do que precisa? Conheça seu guarda-roupa, assim você saberá o que precisa está faltando. Uma peça de roupa pro trabalho? Algo para sair à noite? Faça uma listinha e compre apenas o que estiver nela e o que de fato tem a ver com você e seu estilo.

2. Responda à 3 perguntas-chave:


  • Eu realmente preciso disso ou só vou comprar porque está barato? 
  • É legal, tem  ver comigo? Ou só quero comprar porque é tendência?
  • Poderia investir essa grana em uma coisa que me traria um melhor retorno?

3. Compre do pequeno produtor.


Por que não dar uma chance para os pequenos produtores? Aquela lojinha de bairro, a oficina de artesanato, uma marca de slow fashion, assim você contribui para a economia local, apoia sonhos e pode ter algo que vá durar um pouco mais e que você pode investigar a procedência.

Por fim, lembre-se: comprar por impulso invariavelmente nos causa uma sensação ruim quando, em contrapartida, o planejamento na hora da compra traz inúmero benefícios e o que é melhor a longo prazo.  Vamos juntas?

Agora me conta, você já tem algumas dessas ações no seu dia a dia para consumir de forma mais consciente? Já sabia o que era consumo consciente? O que acha disso? Vamos conversar nos comentários! 😉




Como ganhar dinheiro com roupas usadas




Quer ganhar dinheiro em casa? Aqui está tudo que você precisa fazer para transformar as peças que não usa mais em renda extra!

É muito provável que você esteja procurando coisas para fazer durante a quarentena e que com tantas horas livres já tenha arrumado seu guarda-roupa pelo uma 10 vezes! E se estou certa, questionou todas as suas roupas. "Pela Deusa! Por que raios eu comprei isso?"

Acertei? Não foi magia, é que eu mesma, em outras épocas, já fiz muitas compras por impulso, sem avaliar se serviria pra mim ou não. Quem nunca comprou algo só pela etiqueta vermelha que que atire a primeira pedra.



O que talvez você não saiba é que pode, sim, dar um destino melhor às peças que não usa mais e que estão paradas apenas ocupando espaço e tomando tempo. Então, que tal desapegar delas e ainda ganhar uma grana com isso? Vamos lá!


Porque vender roupas usadas? 


A cada dia o comércio de brechó está ganhando força e provando que uma roupa usada é tão boa e útil quanto uma nova, porém muito mais barata e acessível. Fora que a quantidade de roupas que as pessoas consomem é algo absurdo. Mas, não precisa ser assim.

Fazer compras responsáveis é cada vez mais urgente. E agora, então, isso vai ficar ainda mais evidente. Precisamos nos livrar da ideia de que para estar bem vestida é preciso ter um guarda-roupa superlotado. Esse tempo acabou!

Eu mesma sou fã das peça de segunda mão e inclusive já ganhei um bom dinheiro vendendo aquelas que não eu me identificava mais.  Porém, fora o dinheiro extra, posso listar uma séries de benefícios que você vai obter.

Já falei nesse post o quão é importante ter coisas que realmente nos fazem bem e que valem o nosso tempo. Por isso, praticar o desapego é extremamente benéfico.

Abrir mão de peças das quais enjoou ou que simplesmente não servem mais porque você mudou seu estilo ou porque o tamanho não serve mais é uma boa maneira de fazer a energia circular. Imagine a sensação de olhar seu armário e amar tudo que tem lá dentro? É um caminho sem volta!

A partir do espaço que você criou, peças novas virão, mas dessa vez com compras planejadas e conscientes!


LEIA TAMBÉM:


Como vender roupas na internet


De cara já adianto que esse é um público muito exigente, por isso alguns cuidados são extremamente importantes. Como qualquer coisa que a gente faça na vida, é imprescindível ser honesta. Diga exatamente o estado que a peça está, as medidas corretas e a procedência.

Já vi pessoas vendendo coisas falsificadas ou fingindo ser de uma marca que não eram. Isso é extremamente desagradável! Imagina o transtorno ter a venda cancelada porque o produto não era exatamente o que você anunciou?

O código é muito claro e protege a consumidora real oficial. Sendo assim, não adianta querer levar vantagem acreditando que internet é terra de ninguém. Preze sempre por sua reputação e pratique a empatia. Basta pensar: como eu gostaria de receber uma peça que comprei? É infalível!

Roupas rasgadas, muito usadas ou com defeito não devem ser vendidas. Percebeu que a peça não pode ser comercializada? Busque outro destino pra ela. Doação é uma boa opção. Entidades como igrejas ou centros assistenciais, por exemplo, fazem campanhas de arrecadação.

Se deseja ajudar, procure os postos de coleta da sua cidade. Considere que as doações também podem ser feitas para conhecidos. Irmãs repassam roupas entre si e amigas trocam peças para variar o armário. 

É bom lembrar: mesmo para a doação, as peças devem estar limpas. Não custa muito higienizá-las e fazer pequenos reparos necessários.


Onde vender roupas usadas na internet


Existem muitas plataformas que foram criadas especialmente para unir vendedoras e compradoras de roupas usadas. Aqui vou te mostrar 3 formas de ganhar dinheiro vendendo roupas usadas que já utilizei e recomendo muito!


# ENJOEI

Acredito que o Enjoei é o site mais conhecido quando falamos de venda de roupas usadas. Mantenho um lojinha lá desde 2014. Atualmente não tem nada à venda, mas já vendi muita coisa! Acreditem, eu tinha peças que sequer havia tirado a etiqueta.

Ele funciona basicamente como uma vitrine  e para vender suas peças por lá você precisa se cadastrar e criar os anúncios com fotos bem legais, descrição descoladas e preço de cada item. É total mão na massa, mas todo o processo é bem simples e intuitivo.

Para hospedagem da lojinha e divulgação o site cobra comissões e taxas da seguinte forma:

- a taxa fixa, que varia de acordo com o valor do produto (cobrada por item vendido);
- a coparticipação no frete, caso sua região faça parte da nossa politica comercial;
- o seguro contra extravio (só se você tiver optado pelo seguro).

para saber mais consulte : www.enjoei.com.br/taxas

Recentemente, a plataforma criou o "Enjoei Pro" para pessoas que não tem tempo - ou não tem saco - de criar os anúncios. Assim, você envia as peças e o site faz tudo por você, desde a curadoria até a entrega. Vale lembrar que os custos são mais altos nessa modalidade.

Constantemente o site cria campanhas e promoções onde a vendedora pode dar descontos, frete grátis e outras vantagens para impulsionar as vendas. Há também como investir e promover seus produtos, onde eles ficam em destaque por determinado período.


# REPASSA

Atual queridinho de influenciadoras digitais como Bárbara Matsuda e Vic Hollo, o Repassa é a melhor opção para quem não tem muita vocação ou paciência para vendas, mas que mesmo assim deseja desapegar de suas roupas e receber dinheiro por isso.

Tudo porque a utilização da plataforma é simples e muito prática. Para começar, é necessário se cadastrar no site e pagar uma taxa para receber a "sacola do bem", é nela que você enviará as peças e a taxa servirá para custear o envio e outros processamentos.

Depois de enviar a sacola com as peças que deseja vender, todo o restante fica sob responsabilidade do site (fotos, anúncios, vendas, envio etc.). No final, você recebe 60% de comissão sobre o valor de cada item vendido.

A plataforma ainda conta com o Repassa Solidário, onde é possível escolher uma ONG parceira e quantos % das vendas da Sacola do Bem a pessoa quer repassar. As peças ficam listadas no perfil do usuário, no perfil da ONG e um ícone mostra quantos % vai para uma instituição.


# GRUPOS DO FACEBOOK

Costumo dizer que esse é o Do it Yourself das vendas de roupas usadas. Cada grupo tem suas regras, mas tudo acontece mesmo entre as vendedoras e as compradoras. Por lá o que vale é a ajuda mútua e não há as taxas dos sites.

O legal é que você pode procurar por grupos da sua cidade, o que facilita o frete, pois a entrega é combinada, ou entrar nos que existem pessoas de todas as partes. Assim como a entrega, tudo é acordado entre as partes, inclusive o pagamento.

Derivado dessa modalidade, há também que prefira criar uma lojinha própria no Instagram, no Blogger, Wordpress Wix ou em outras plataformas pagas como Iluria ou Loja Integrada, por exemplo. 


Dicas para vender roupas usadas na internet


1. Sempre deixe as roupas limpas e passadas.
2. Capriche nas fotos. Mostre o máximo de detalhes possível;
3. Não tenha preguiça. Especifique a peça ao máximo;
4. Seja paciente. Atender o público não é tarefa fácil e muitas pessoa serão difíceis de lidar.
5. Tenha um propósito. Se gastar o dinheiro que conseguiu aleatoriamente é provável que pense que não vale a pena vender.


Por fim...

Vender roupas usadas é mais uma alternativa para ganhar dinheiro rápido. Mas, como tudo na vida, não é um passe de mágica. É preciso ter dedicação, carinho e força de vontade.  

Agora que você já sabe como ganhar dinheiro com as roupas que você não usa mais, é só separá-las, seguindo os passo que te dei, escolher o jeito que se encaixa melhor pra você, e colocá-las à venda!

Ah, não esqueça de me contar se esse conteúdo te ajudou, tá?
Beijos, sucesso e até mais!



Moda minimalista: o que é e como aderir


Você provavelmente já ouviu falar em minimalismo em diversas áreas da vida, como na arte por exemplo, mas você sabe o que é moda minimalista?

De modo geral, minimalismo é a redução ao mínimo, um estilo em que se empregam elementos ou recursos escassos e simples. Assim, a moda minimalista é aquela que preza a simplicidade em suas formas e está diretamente ligada ao consumo consciente e ao Slow Fashion.

Por isso, não é difícil encontrar quem tenha se apaixonado por esse estilo de se vestir - e de viver - aumentando assim a fabricação de roupas atemporais, versáteis e duradouras, já que as pessoas adeptas do minimalismo não se importam com as tendências, tendo como exigência principal a vida útil da peça, se ela vai ou não perdurar por muitos anos.

Por causa disso, uma das premissas das minimalistas é ter poucos e bons produtos. A prova é o crescente número de blogs de moda minimalista que estão ocupando espaços antes pertencentes apenas aos blogs de moda que incentivam o consumo exagerado, com looks do dia onde quase sempre é proibido repetir roupas, estimulando o compra inconsciente e sem responsabilidade.

Se isso te faz lembrar do armário cápsula que já falei aqui, parabéns! É exatamente isso: a moda minimalista é diretamente ligada a ele, pois permite que você não precise acumular um monte de roupas que, muitas vezes, sequer serão usadas.


Os benefícios de um guarda-roupa minimalista


A primeira coisa que posso citar, é que a moda minimalista nos encoraja a investir nas coisas que amamos, em vez de acumular as sem propósito algum, apenas pelo simples fato de tê-las. Está provado que quando temos menos opções, automaticamente, nos forçamos a ter clareza sobre o que decidir.

Sabe aquela sensação maravilhosa que sentimos ao vestirmos algo que amamos? Agora, imagina sentir isso todos os dias? É perfeito! Ainda posso listar mais vantagens, vê só:

  • Ter um armário mais organizado;
  • Ter menos coisas no guarda-roupa nos permite manter as coisas em ordem;
  • Ser mais confiante em relação aos looks;
  • Quando todas as nossas roupas são as melhores, nos sentimos incríveis;
  • Mais tempo e dinheiro;
  • Estar satisfeito com seu guarda-roupa significa comprar menos, para que seu tempo e dinheiro possam ser gastos em coisas mais importantes;
  • Impacto ambiental positivo: milhões e milhões de toneladas de têxteis são jogadas fora todos os anos no mundo e muito disso pode ser evitado investindo em roupas de longa duração, em vez de roupas descartáveis.

Depois de saber de tudo isso, você quer ter aquela sensação incrível de olhar seu armário e ver apenas as coisas que ama. Mas, como chegar lá?


O primeiro passo é ter em mente que você não precisa jogar algo fora para substituir por outro, afinal a roupa mais sustentável é aquela que já existe! Então, não caia na bobeira de se desfazer de tudo para ter que ir comprar mais com a justificativa de que está se tornando uma minimalista.

Tendo isso em mente é hora de pensar e começar a amadurecer de fato essa ideia. É preciso ter em mente que modificar hábitos que cultivamos ao longo da vida não é um processo fácil, portanto, reserve um tempo para se acostumar a ter um guarda-roupa menor.

Não tente mudar bruscamente pois há o risco de você querer desistir. Seja paciente consigo mesma e entenda que a intenção é te deixar bem. Siga acompanhando o blog que no próximo post da série te ensinarei a entender a diferença entre uma guarda-roupa minimalista e a armário cápsula, daí você poderá decidir o que se encaixa melhor para as suas necessidades!


Must Have: Menos é mais


Estamos no último dia de 2019 e enquanto fazia minha organização para 2020, comecei a analisar o tamanho do meu armário. Quando o comprei, há uns 3 ou 4 anos anos, imaginava que precisava de algo muito grande e espaçoso para comportar bem todas as minhas coisas.

Coisas. Elas nos cercam por todos os lados e nós, como ilhas, nos esprememos para acumular cada vez mais delas ao nosso redor. Outro dia li uma estatística que mencionava que uma residência americana, em média, contém mais de 300 mil itens.

E que o tamanho das casas recém-construídas dobrou desde 1960 para poder comportar tudo isso. E por aqui não é diferente; enchemos nossas casas com mais e mais bens de consumo e nos convencemos de que realmente precisamos de tudo.

Mas, voltando à minha arrumação, consegui reduzi minhas roupas drasticamente e pude perceber que preciso, sim, de novas peças. Desde que contei que vinha fazendo um planejamento para montar um armário cápsula comprei pouquíssimas coisas e tenho cada vez mais consciência de que não preciso de tantas peças com a rotina que tenho.

Foi um processo longo, mas agora entendo que compramos coisas que acabamos não usando ou encontramos pouca necessidade ou desejo de usar uma vez que as possuímos. Posso garantir que deixei de colecionar roupas e toda compra é muito consciente e bem pensada.

Contudo, há outro item que ainda acumulo. Os livros são a minha fraqueza e, a certa altura, cheguei a contar 33 publicações que havia comprado e que ainda estavam nas prateleiras sem que eu tivesse tempo para ler. Mesmo assim, estou melhorando!

Em 2018, comprei cerca de 20 livros e agora, em 2019, apenas 6. Não me cobro, pois sei que esse é um processo lento de reeducação e todos nós temos nossas fraquezas por excesso de consumo, mesmo que pensemos que já somos bastante minimalistas.

Por isso, quero sugerir pra você que ainda acumula coisas e compra compulsivamente: será que não é hora de parar de pensar que o espaço é o problema? Você precisa mesmo de uma casa maior, de armários espaçosos lotados de coisas a ponto de não saber nem o que tem lá dentro? As chances de que já tenha espaço suficiente para viver confortavelmente são enormes.

Em um mundo de recursos finitos, nossas casas não podem continuar crescendo e crescendo. Também não podemos continuar consumindo mais do que realmente precisamos para viver bem. E de fato, em muitos casos, as coisas em nossas vidas estão dominando nossos espaços, nos levando a gastar tempo o que nos impede de realmente vivermos bem.

Então, se queremos deter a maré de coisas em nossas vidas precisamos primeiro entender a psicologia por trás do nosso consumo e as razões pelas quais nos sentimos compelidos a comprar coisas que realmente não precisamos e por que nos apegamos às coisas que não condizem com o estilo de vida que queremos ter.

Portanto, tratar o excesso de coisas em nossas casas não é uma questão trivial e precisamos criar estratégias para nos livrarmos do excesso. Para quem não sabe por onde começar, digo que é o melhor a fazer é iniciar sua jornada de organização com apenas uma área de foco.

A roupa foi onde comecei a minha no sentido de me afastar do excesso de consumo - e a que eu julgava mais complexa - mas, uma vez iniciada, os impactos desse foco se espalharam por todas as áreas da minha vida.

Em então, como está a sua organização de final de ano? Muito foco ou deixa a vida me levar? Me conta nos comentários!

Feliz 2020!





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